Os vencedores do prêmio "reação rápida" na abertura das inscrições para a Outlaw 250 são:
1 - Felipe Pontin Ferazzo - Fusca a ar 2300
2 - Mateus Bordin - Fiat Coupe Turbo
3 - Gustavo Herdt - Celta 2.2 Turbo
4 - Rubem Stapenhorst - Puma AP Turbo
No momento não temos palavras para contar sobre a alegria de iniciar estas inscrições e receber esta receptividade, esta parceria de velhos e novos conhecidos.
Em 46 minutos já tinhamos 85 inscritos e este é um número surpreendente!
Logo vamos dar uma parada técnica nas inscrições para conferir se tudo esta correto.
Não temos palavras para agradecer a todos que prestigiaram a inscrição da Outlaw250.
Em 12 horas, atingimos o objetivo e temos uma lista muito boa de competidores. Agora, vamos fazer toda a conferencia necessária e ver se será possível disponibilizar mais algumas vagas.
É mais um fator que se soma a vontade de fazer melhor, de fazer mais.
Estamos juntos construindo uma grande prova.
Cada ano, juntamos mais um pedaço a esta história.
Agora que as inscrições já estão definidas - faltando apenas algumas confirmações - vamos começar a divulgar as fotos dos competidores que garantiram sua vaga na competição.
O primeiro time a ser apresentado é o formado por Rubens Stapenhorst( piloto), Ruan Stapenhorst ( também piloto ) e Sidnei Flores Bertei ( preparador).
Essa é a primeira 250 do time, que é experiente, vencedor, e tem acumulado muitos títulos na arrancada gaúcha. A Puma está com Rubens desde janeiro de 2005 e competiu com mecânica a ar naturalmente aspirada durante 5 anos.
Em meados de 2010, fizeram a transiçao para motor AP turbo, configuração vencedora que utiliza até os dias atuais. Rubens como piloto de arrancada iniciou com Maverick v8 em 1983 e foi campeão gaúcho com um Chevette Hatch em 1995, em uma categoria até 3000 cilindradas que existia na época.
Um piloto da escola tradicional, tração traseira, com experiência comprovada.
É bom ficar de olho nele.
Na foto - da esquerda para a direita, Sidnei Flores Berte, Rubem Stapenhorst e Ruan
A Outlaw 250 é uma prova aberta para qualquer veículo no conceito "door slammer". Isso permite uma diversidade muito grande de competidores, muitas vezes com objetivos bem diferentes dentro da competição.
Hoje, trazemos o Fusca ar de Felipe Pontin Ferazzo, um 2332cc "air cooled" aspirado.
Com este fusca que também é utilizado nas ruas, Felipe - que é um dos fundadores do CCG, Clube do Carro da Gurizada - participa de encontros de veículos VW em nível nacional e até internacional como os eventos sul americanos.
O carro segue as linhas de preparação Cal look - um estilo Californiano de preparação de fuscas. Mantendo a furação original (5 x205, uma herança Porsche) tem os acessórios estilizados ou melhor, "traquinados"como era moda dizer na época.
O motor do carro foi preparado pelo experiênte mestre Eléo e tem como base o motor a ar do fusca com cilindrada aumentada para 2332cc. Usando para alimentação 2 corpos de borboletas duplos e injeção Hardware aspro tem em torno de 200cv , o que com o reduzido peso do carro o torna muito rápido.
Participa em eventos de arrancadas dedicadas a VW's a AR como o MARAURAMA ( evento nos moldes do BUGORAMA americano ) , onde corre na categoria Força Livre Street com tempo na casa dos 8 segundos altos usando radiais (201m).
Assim, analise bem a situação quando alinhar ao lado daquele Fusquinha bonitinho ali na pista...não é mais um carro de "zé frisinho"!
Se vacilar, ele vai "chutar seu traseiro" de volta pra casa.
Quando se está em uma pista de arrancada, é impossivel ficar indiferente quando se houve o som de um motor Fiat 5 cilindros.
Apresento para vocês mais um competidor da 250: Mateus Bordin e seu Coupe Fiat Turbo.
Fama se conquista com solidez de resultados.
Mateus não iniciou ontem. Foi um caminho longo desde os tempos de sambódromo lá atrás no ano de 2006, quando colocou sua Marea Weekend na pista, ainda na época em que era preparada pelo Zé Staudt.
O tempo passou e Mateus fez seu caminho, tem sua própria oficina e conquistou fãs e torcida. Em 2013 deu exemplo de sua determinação quando quer um objetivo, buscando uma vaga para a 250 e se posicionando cedo nos boxes para não deixar nada ao acaso. E fez bonito, colocando o Coupe entre os melhores carros da prova.
Em 2014, toda vez que o carro vai a pista tem demonstrado velocidade e solidez, o que é um indício claro de boa preparação. Esta em um bom momento, vai ter torcida e vai estar nas finais - não ha dúvida sobre isso.
Se enganou feio quem imaginou que o " Neguinho"( apelido carinhoso dado por seus amigos) era só mais uma "carinha bonita com um autinho de shopping"...
Era uma vez um cidadão que se chamava Sandro Linn e tinha um Dodge 1800 branco de arrancada.
Precisando de mais peças para seu Dodge, e tendo um câmbio de Kadett sobrando, trocou em um desmanche por mais uma carroceria de Dodginho.
Agora eram 2 Dodges, um branco e um preto.
Com o Branco, foi campeão da Copa Sul. E aqui acaba a história dele, por que ele foi vendido.
Vamos contar agora a do preto, que sobreviveu ao ferro velho, sobreviveu a vontade de vender tudo do Sandro e vai vir correr na 250.
Pra contar a história do Preto, é preciso entender o mundo do Sandro.
Tudo começou com um tio que contava as histórias de seu Opala 4 que usava um motor de Stock Car, "que arrancava em mil metros e ninguém ganhava dele. Nomes famosos preparavam motores 6 e 8 e não ganhavam dele!", conta Linn.
Isso fez a ideia do 4 cilindros de Opala "se fixar em minha mente desde guri". Em 1999 ele comprou o bloco que esta usando e começou o projeto de um Opala 4 street traseira 4 cil.
O tempo passa e em 2002 Linn foi para Farroupilha trabalhar em Hot Rods com um amigo. Lá, acabou mudando de ideia sobre o Opala pois a categoria onde ia correr foi extinta. Decidiu então comprar um Blower e instalar no motor GM, enquanto desenvolvia o Dodge Branco.
Sandro não tinha um Opala, mas tinha a mão a carroceria do Dodge preto ( aquela pra retirar peças...). Ele ficou com pena de jogar fora, foi trabalhando aos poucos e quando se mudou novamente para Ijui em 2008, decidiu colocar o motor de Opala na carroceria de Dodginho.
Motor já tem. Certo. "Preciso de tração e pneu slick esta fora do meu orçamento" pensou Sandro. "Vou recuar o motor, vou sentar mais para trás, vou fazer Ladder bars e vou colocar um dana44". Solução encontrada com coisas que Sandro poderia conseguir e fazer por si mesmo.
Nesse momento, o Blower começa ficar fora dos planos e Linn pensou que poderia andar na SSTT. Em 2008 o motor funcionou dentro da carroceria pela primeira vez. Precisou mais alguns anos e em 2012 o carro correu pela primeira vez na pista São josé de Ijui.
Veio a ideia de fazer o motor turbo, fez testes, andou com ele turbo mas...a grana apertou e teve de vender algumas peças. Passou a andar aspirado, virando 8.5 nos 201, com 1.8 de 60 pés, sem pneus drag.
Quem tem uma ideia na cabeça não desiste fácil. Em 2012 começou a juntar peças novamente para fazer o carro turbo. Ganhou uma turbina de um amigo, conseguiu bielas forjadas, preparou o cabeçote e agora esta esperando os pistões forjados para fechar o motor.
O câmbio do carro é de um F100 v8 com engates rápidos feitos pelo próprio Sandro. O diferencial é um Dana 44 de Maverick Gt e a suspensão dianteira, original de Dodge 1800. O motor é montado recuado para dentro do carro para melhorar a distribuição de massa em função da tração.
A suspensão traseira é original do 1800 com lader bar que vai até o centro carro amarrada na travessa da caixa. O piloto fica como se estivesse no banco traseiro. Talvez o banco vá um pouco mais para frente com a colocação do Santo Antônio. Os pneus agora são drag.
Na parte de motor, um turbo s400 preso a um coletor tubular mono, uma weber 40 e uma injeção patrocinada pelo Altemir ( HARDWARE ), que comanda mais dois bicos auxiliares vindos de um desmanche. Sandro lembra que tudo é feito no quintal de sua casa, por um cara sem muita grana, mas muito teimoso.
O que iniciou em um ferro velho em Garibaldi, com uma carroceria de Dodginho sendo carregada na caçamba de uma f100 v8, fez nascer um autêntico Outlaw Renegado: um Dodge com motor GM.
Esse é um carro que vai estar em sua casa na Outlaw250.
Em 2014 a característica que se destaca é a renovação.
Hoje vamos apresentar André Glavam e seu Gol Gti, que vão participar pela primeira vez da 250, vindos de Santa Catarina.
André comprou o Gol em maio de 2000 e logo mergulhou nas provas de arrancada na categoria standard e se saiu bem com o carro original. Seguiu participando quando criaram a categoria “desafio” em Florianópolis.
Em 2006, foi um dos primeiros com uma novidade, a injeção Fuel Tech F1, juntamente com o amigo Vicente Orige (um dos destaques da arrancada nos anos 90 com GM). Turbinou o Gol em 2010 e no final de 2012 passou a correr na Turbo A e FLD. Foi campeão nas categorias FLD e FLT e em 2013 ficou em segundo lugar na Turbo A e Extreme 10.5 no Campeonato Catarinense de Arrancada.
Atualmente lidera o Catarinense de Arrancada 2014 nas categorias DTA, FLD e TUBULAR, com os recordes de pista de Fraiburgo, Morro da Fumaça e Passarela do Samba em Florianópolis. Também esta liderando o Campeonato do Recando da Figueira ( Morro da Fumaça). O melhor tempo do conjunto- André e seu Gol – é 6.534 a 191 km.
Com pouca experiência fora de seu estado natal, André inicia agora um caminho novo e vai competir em Curitiba em setembro e na 250 aqui no sul em novembro.
DN Car Mecânica presente com 3 carros confirmados:
@Chevette TT#117 do Mauricio
@Meu Kadett DES-T#245 Diego
@Gol Aspiradinho(mas será turbo até o Desafio 250)DES-T#998 Adriano
Editado pela última vez por BuchechaRacing em Dom Ago 10, 2014 9:46 pm, num total de 1 vez _________________
"Kadett Black Lethal By Buchecha Racing MotorSports"
Enfim Turbo
DN Car Mecânica presente com 3 carros confirmados:
@Chevette TT#117 do Mauricio
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@Gol Aspiradinho(mas será turbo até o Desafio 250)DES-T#998
Fico feliz em saber q vcs conseguiram se inscrever!
97 pessoas tem inveja nesse momento....hahahahahaha
A 250 vai apresentar muitos competidores novos este ano.
Alguns são experientes - com muitos anos praticando arrancada - e pela primeira vez correm no Outlaw. Outros estão mesmo no início de sua estrada na arrancada, o que não significa que tenham menos vontade de vencer.
Apresentamos Gustavo Herdt, vindo de Criciúma com seu Celta 2.2 16v turbo.
Gustavo iniciou na arrancada com seu carro de rua, um Peugeot 206. Com esse carro, saia de Criciúma , encarava a estrada e vinha para o Racha Tarumã acelerar. Eram 600 km de estrada nas sextas feiras. Logo descobriu que para a coisa ficar realmente boa, um "comandinho" e mais algumas coisinhas não eram suficientes e descobriu o nitro.
As coisas melhoraram e o espírito competitivo bateu de vez. O Peugeot por várias vezes conseguiu deixar para trás carros teóricamente mais fortes(turbos ou não) nas sextas do Racha e no extinto Open do Velopark.
A vida vai seguindo seu curso e Gustavo se envolveu na tarefa de colocar a funcionar a pista do Parque da Figueira em Morro da Fumaça ( perto de Criciúma SC). Fundaram uma associação para organizar provas em parceria com o dono da pista quase ao mesmo tempo do nascimento da Outlaw 250.
Dessas duas coisas, veio a vontade de ter um carro que não fosse só mais um, que fosse diferente e que andasse bastante, para vencer corridas. Não um nicho ou categoria. Um carro, que com seu desenvolvimento e aprendizado permitisse correr com ambição de vencer em qualquer das pistas que temos por todo interior do sul do Brasil.
Assim nasceu o Celta Outlaw. Talvez o principal motivo de ser um Celta é que ele já estava na garagem. O fato é que com o tempo as coisas ganham nova dimensão e o carro passou a ser pensado como um Outlaw, sem categorias.
Fazer as coisas na busca de desempenho. Investir trabalho e dinheiro sempre em busca de resultados e não de adequação. Mesmo sendo tração dianteira, não seria turbo A,B ou C, apenas um Outlaw correndo contra todos os outros e vencendo sempre que possível.
Esta sendo desenvolvido e dessa forma ele vem para Outlaw250. O objetivo para esta primeira participação - a primeira corrida do carro - é ficar entre os 30 melhores classificados e estar nas finais. As edições anteriores já mostraram que não é missão fácil - muita gente boa já ficou de fora - mas Gustavo não esta intimidado com o desafio.
O carro já entrou na casa dos 7s ( altos) em 201m no ultimo treino livre em Tarumã. Se espera que o conjunto carro e piloto, com a sequência do trabalho de evolução possa melhorar esta marca com consistência. Isso o deixaria mais perto do objetivo da classificação.
Gustavo vai conseguir o seu objetivo de estreante?
Vamos saber na 250.
Para conhecer mais sobre o Celta, confira as "aventuras" do time na página:
No domingo em Santa Cruz do Sul um time de Cachoeira do Sul com Talisson Brião pilotando o GOL 461 venceram o mata-mata da categoria DO no campeonato Brasileiro e Gaúcho.
Talisson classificou em 4º para o mata-mata, foi a final e venceu com uma puxada limpa, sem erros.
O time de Cachoeira passa a ser mais um de peso na luta por uma vaga entre os 30 que vão a final na Outlaw 250. E a missão é mesmo para pilotos que sabem vencer adversários porque serão muitos carros com potencial e com tempo semelhante.
Talisson deu um bom passo hoje para colocar Cachoeira nas finais do outlaw.
Editado pela última vez por Pisca em Dom Ago 10, 2014 8:11 pm, num total de 1 vez _________________ Pq 1 dedo é benga!
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Fico feliz em saber q vcs conseguiram se inscrever!
97 pessoas tem inveja nesse momento....hahahahahaha
Valeu...hehehehe
Bah 97 na espera é bastante gente!!Se vemos lá então...
Abraço
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A inscrição da Outlaw 250 mostra a cada dia novos competidores que colocam a competição num novo nível.
Hoje vamos apresentar um piloto da Argentina, que compete com equipamento FIAT : Gabriel Caiafa.
Gabriel tem uma visão bem interessante da sua vinda ao Brasil na 250.
Quando lhe foi explicado como a prova funciona, declarou que " Ojala sería lindo probar con autos de allá que para nosotros son de muy alto nivel y es mucho más profecional que acá".
O formato não sera um problema: " acá estamos acostumbrados a darle mata mata sin parar!!".
O Fiat de Gabriel é um Uno Turbo, preparado pelo Team Klein.
O carro esta na oficina (taller) desde 0km e manteve o récord para carros montados com radiais por 6 anos seguidos em 402m. Agora tem o record em 201m com 7.08 e logo pretendem baixar novamente este número.
Para a 250, a equipe vai trazer o carro equipado com pneus DRAG por que "leímos que no hay categorias y es todos contra todos".
A injeção do carro é Haltech e o carro funciona 100% metanol.
Em São Luiz Gonzaga na região das missões você agora você pode adquirir os ingressos antecipados para Outlaw 250 com o Vanderlei Cortes, administrador da Pista de Arrancada San Marco.
Hoje, temos mais uma novidade que vinha sendo guardada em segredo para Outlaw250.
A 250 passa definitivamente a ser uma prova internacional com a vinda do Subaru 4x4Turbo de Alejandro Gonzales que detém a melhor marca oficial do Paraguai com 5.8 em 201m. O carro é preparado por Alexandre Maia Betine da Evolution Performance de Foz do Iguaçu( Paraná) e utiliza equipamento Injepró.
Conversamos com Alejandro e explicamos o funcionamento da 250 .
A adaptação foi imediata: " por demas interessante, margem de erro é cero"!
Também foi rápida sua percepção de " aparte de ser muy emocionante, es una prueba de resistência para los motores". E complementou, "ojala lleguemos".
A preparação já iniciou e passa pela pista de Lavalle em Mendoza( Argentina) onde vai correr a Copa de Las Naciones em outubro.
Se tudo der certo, vai ser o primeiro Paraguaio a correr arrancada em Tarumã em uma prova Outlaw. Fará história e ajudará abrir um novo caminho para os competidores do sul, que logo também poderão fazer o caminho contrário.
Com seu formato de competição aberta, a Outlaw250 esta atraindo competidores de vários lugares e até de outros países latino americanos.
Hoje vamos apresentar o Uno de Gabriel Vicente Russo, o Uno "Blanco" do time FR1.
O carro é turbo, o combustível é metanol e a injeção Fuel Tech. Esta competindo nas pistas argentinas nos últimos 4 anos, utilizando pneus radiais e pneus drag e detém o record argentino em tração dianteira "armado de calle" com radiais.
Agora vai participar em uma prova Outlaw. Os argentinos tem tradição de bons resultados em competições e esperamos uma bela performance do time FR1.
O FR1 certamente contará com a ajuda da Fueltech, que conhece muito bem o formato do evento. É a principal patrocinadora desde seu nascimento.
A edição da Outlaw 250/2014 terá a maior participação de um clássico entre os "muscle cars" nacionais - o Chevrolet Opala e sua versão familiar, a Caravan com motor 6 cilindros.
Na arrancada, as Caravans 6 cilindros tem longa tradição de
desempenho e resultados. Vamos começar apresentando a caminhonete de Marcelo Neis, de Carlos Barbosa, cidade da serra gaúcha.
Neis estreou na 250 em 2013. Veio para participar e conhecer o formato outlaw. Teve bom resultado, classificando para o Super 16 com um desempenho sólido já na sua primeira participação. Não foi a final, mas uma frase que ele revelou traduz a sua motivação: " ano passado vim para aprender, agora que sei como é vou buscar resultados".
Para isso, a Caravan branca turbo preparada pela Mecânica Bortola foi afinada. Recebeu uma injeção nova, fez bons testes de dinamometro com potência rodeando os 800 cv.
Neis deve andar com a Caravan em Tarumã antes da 250 para aprender com a nova configuração do carro, administrar a maior potência e descobrir como transformar em resultados.
Uma coisa é certa: Marcelo quer mais em 2014.
Até onde a Caravan vai chegar?
Essa é uma pergunta que só Marcelo pode responder pois não é tarefa fácil pilotar um "seisão" rápido na complicada pista de Tarumã.
A cada ano vemos a representação da marca Fiat aumentar em número e força na Outlaw250.
Na edição deste ano teremos de volta um dos carros que deixou uma grande impressão em 2013: o Uno Fivetech Nitro de Yuri Farias de Santa Catarina.
Yuri tem muita experiência com Fiats, com Fivetech e com Nitro. Fez o 3º tempo na classificação e foi considerado como um dos favoritos para vencer a prova. Era nítida a sensação que o carro ainda tinha algo mais guardado para as finais.
Estava bem ali a chance de derrubar um paradigma, com um tração dianteira vencendo a 250 em Tarumã, coisa que muitos consideram praticamente impossível. O ponto fraco dos dianteiros nesta pista são s primeiras parciais, especialmente os 60 pés, e isso o Uno superou em sua estréia marcando um 1.4s na classificação. Quem observou o vídeo da puxada, pode ver que o carro ainda escapa um pouco para o lado. Uma puxada mais "lisa" e esse número poderia ser ainda melhor.
Como nem sempre as coisas saem como se espera, Yuri acabou tendo um problema com o acionamento do nitro nas finais, o que lhe tirou a possibilidade de ir a frente na prova. Sem ter o conhecimento preciso das regras ( era sua primeira participação) , Yuri não pediu os 5 min de tempo que a regra permite para tentar colocar o nitro em funcionamento correto.
Como bom competidor, não abandonou a pista, mesmo sabendo que dificilmente poderia vencer e encarou a desclassificação. Uma ironia, pois Yuri tem mesmo grande experiência com o o uso do nitro ao longo dos anos.
Agora esta de volta. Já conhece as particularidades da prova, já conhece o jogo e esta focado em um grande resultado.
Este ano, os torcedores dos Fiats, tem mesmo motivos para se alegrar.
Quem gosta de tração dianteira poderá ver a quebra de uma lenda.
A 250 apresenta mais uma surpresa p/ a corrida desse ano, que nos credencia a sermos a mais internacional das provas de todo país.
Conforme vamos fazendo as confirmações dos inscritos, descobrimos coisas muito especiais que vão acelerar na reta de Tarumã no dia 9 de novembro.
Hoje trazemos o Fusca de Daniel Tashiro, que vem do Uruguai. Carro bem feito, com bastante cuidado vai estrear no mundo outlaw na 250.
O carro é de Montevideo, preparado por Sebastian Giorgio, o preparador da TURBODIVISION. O sistema de injeção vem da gaúcha FuelTech. Essa ligação com o Brasil da Turbo Division vem sendo desenvolvida através de uma relação comercial e de amizade com Jorge Pinheiro Junior e sua loja a Power Bass nos últimos 4 anos.
Para conhecer mais sobre o projeto , veja no link abaixo:
Era um "projeto" para andar na rua aos finais de semana, mas foi ficando forte...
Era do tio e logo ganhou um turbo carburado...
Como ficou impossível de andar na rua, começou correndo em casa nas provas em Santa Maria, e no início não deu nem pódio...
Conheçam o Opala de Floriano Soeiro Filho de Santa Maria. O carro, um 75 de nascimento já esta na família à 16 anos e foi preparado pelo "mestre" Dornelles e acertado por seu filho, o Ronaldo ( Doug´s Speed Shop). O motor turbo gerenciado por uma FuelTech tem hoje 862cv e o tempo das ruas já ficou à muito na saudade.
Já competiu no campeonato gaúcho e brasileiro, e em 2014 esta participando dos Rachas de Tarumã e de Santa Cruz para manter a atividade ( e diversão é claro!). Vem para a 250 para fazer parte da festa, com o inegável potencial para ser protagonista.
Floriano Soeiro Filho e seu pai Floriano Soeiro Neto iniciaram nas corridas em "casa"(SM), não conseguindo nem um lugar no pódio. Não gostaram do resultado e se puseram a trabalhar em melhorias no motor do carro. Ficaram um bom tempo lidando com quebras e evolução nos acertos.
Alguns anos se passaram, e um novo motor aspirado com tripla Weber lhes rendeu um pódio de segundo colocado em Julio de Castilhos. Era a segunda prova da equipe e quem pilotava o carro era o pai, Floriano Soeiro Neto. A evolução não parou.
Como sempre gostaram de motores turbinados, resolveram novamente fazer um 6cc turbo carburado. Soeiro Filho conta que com ele " andamos muito tempo das mais diversas formas , com uma DFV, com 2 DFVs, com 1 quadrijet" . No final de 2011 resolveram "radicalizar", modificaram a pintura e passaram para a modernidade da injeção eletrônica.
Com isso conseguiram acertar o motor nos mínimos detalhes e atingir 862cv na roda. " Levamos para o Dornelles montar o motor e os ajustes da injeção feita pelo filho dele Ronaldo", lembra Soeiro.
Em 2012 , Soeiro (pai) parou de correr, ficando a pilotagem do Opala com Floriano Filho. Na 250, " meu pai vai dar assistência". Logo os dois voltarão a correr juntos, agora em carros separados. Esta em Obras mais um Opala na familia.
Parabéns a dupla que conseguiu algo que muitos gostariam de ter e que só poucos realmente conseguem: estar em família na pista competindo.
A organização da 250 deseja uma boa estréia para a familia Soeiro no Outlaw.
Os Chevettes sempre tiveram uma presença muito importante em Tarumã e em especial na 250.
Em todas as edições anteriores da 250 e mesmo antes, nas Noites do Desafio organizadas pela AD em Tarumã, os Chevetes brilharam e venceram algumas vezes.
Em 2014 veremos muitos deles, nos mais variados estágios de preparação.
Hoje vamos apresentar o Chevette de Marco Antônio Rodrigues, do time Trash Racing de Santa Cruz do Sul.
Marco Antônio fez uma boa 250 em 2013. Foi as finais e ia bem até a quebra de um eixo traseiro que o colocou fora da disputa. No início de 2014, conversei com Marco que contou que viria mais preparado em 2014.
Não foi surpresa quando a Trash reapareceu em Tarumã vencendo o Desafio Tração Traseira promovido pelo Racha.
A 250 tem "players" novos em 2014. Sera um confronto em que velhos conhecidos vão se juntar a novos com resultados ( como Marco) e a desconhecidos, que vem do interior, de outros estados e até de fora do país.
A estrela da Trash vai brilhar novamente com o Chevette "só pra racha" ( expressão estampada no capô do carro que já mostra a disposição da equipe em entrar na pista para vencer)?
Mais uma pergunta que terá sua resposta no dia 9 de novembro.
Em 2014 assumimos um compromisso não escrito ( ainda mais importante do que se fosse ) com os leitores que querem saber do que ocorre no Outlaw. Cada dia até a 250 estamos colocando pelo menos um dos carros confirmados na prova.
Desta vez, o piloto escolhido é Talisson Brião, de Cachoeira do Sul.
Talisson faz parte do CAC - Clube de Arrancada de Cachoeira e ninguém melhor para resumir a história do que seu amigo Tiago Bitencourt Correa.
Prestem atenção nas palavras, pois elas são uma visão muito clara e também histórica de onde vem, onde nasce o espírito de um piloto de arrancada.
Vamos deixar com Tiago:
..." Talissom comprou este gol gt 1.8 à 10 anos atrás. Era Original quando adquiriu na época, carro muito bonito e que já tinha um bom coração".
"Nas RUAS, mostrava um bom fôlego contra seus adversários rachadores de final do dia".
" Talisom decidiu colocar um mini progressivo 'catraquiado'. Começou ai uma nova etapa, passou a frequentar pontos famosos na cidade, pontos de rachão clandestino, como o QUILOMETRO ZERO, DESCIDA DA PAINEIRA E O POSTO LOLOZINHO. Talisson definitivamente pegou o gosto pela coisa. Como ainda não tínhamos opção de lugar para acelerar, era na rua mesmo, onde só 1 ganha".
"O tempo passou e o carro ganhou novos equipamentos. A primeira Race 1fi (que era lançamento FuelTech na época), coletor do gti e gás nitro. Começou a andar nos Rachas em pistas e 2 anos mais tarde fez sua primeira participação na prova Outlaw 250, com pneus Advan . Resolveu levar o gol para desafiar desconhecidos fortes".
" O carro não tinha chão, a tração era jogada pra cima... participamos, conhecemos o campinho e voltamos pra casa".
"Agora, com um desenvolvimento novo, viemos para 2014 com uma configuração constante. Talisson migrou para Electrônic Motors, que fez acerto de chão, motor aspirado 2100, 4 bocas Carlini e pneus drag radial. O carro arranca de 1.8 (60 pés), 5.0 (100 metros ) e 8.0 nos 200 , com parciais muito constantes"
" Esse desempenho sólido levou Talisson ganhar a chave RACE 16 em Cachoeira do Sul depois de se classificar em 32º. Mesmo saindo do 'fundo" da chave, fez um mata-mata limpo, aonde carro e piloto levaram a melhor. Vamos aproveitar toda oportunidade até chegar o dia da prova da 250. Vamos andar por tudo, porque o carro tem DNA Outlaw - alinha do lado e só um vence".
" Agora a nossa missão é fazer o carro render mais dos 100 aos 150 metros na prova, e para isso temos um ingrediente surpresa para o dia. Temos realmente a esperança de uma boa participação e em uma possível classificação entre os 30".
"Só teremos mesmo esta resposta no domingo do dia 9 de novembro".
Sua idéia era inicialmente atender bem as expectativas dos competidores que tinham sua base em Tarumã. Logo deu para observar na preparação do primeiro ano que ela poderia também servir a equipes regionais que buscavam uma alternativa para competir com seus carros.
Afinal, bons carros de corridas e pilotos competitivos, só ficam realmente felizes quando estão em uma corrida! Conceito aparentemente ingênuo em sua simplicidade, que pode ser muito difícil de ser atingido.
Apresento hoje o Opala 6 cilindros de Anderson Canani, preparado na Doug's Speed Shop de Caxias do Sul.
Antes de descrever o Opala é preciso revelar alguns dados muito interessantes sobre a participação de Caxias na 250. Desde que iniciamos esta verdadeira aventura no bom sentido que é organizar a 250, fomos muito cuidadosos com as métricas de internet. Quem é o público, de onde vem, como interage com as informações e como se manifesta em relação a prova.
Com estes dados podemos observar o crescimento das pessoas que se interessam pela corrida através das visualizações vindas de cada cidade. Hoje sabemos que Porto Alegre ainda lidera em visualizações e que São Paulo desde 2013 é a 2ª, praticamente empatada nos números. Logo atrás vem Curitiba e em 4º lugar vem Caxias do Sul.
Caxias é um dado novo. No início estava nas últimas da lista ( mais de 100 cidades figuram na lista com acessos ), mas desde a participação da Equipe Doug's vem ganhando muito interesse dos fãs. O processo foi notável em 2012 com a C10 "verdureira" de Douglas Carbonera e em 2013 com o Opala de Canani.
O Opala Dourado foi importante no processo porque ao disputar e vencer o Super16, catalizou a equipe ao seu redor e isso ficou muito visível para quem assistiu a prova na internet e também nos vídeos que foram surgindo mais tarde. O grito de "vamo time" na hora de empurrar o carro para alinhamento ficou famoso.
A equipe se classificou para o TOP 16 em 2012 com o Opala e mudou seus planos em 2013 para vencer o Super 16. Foram bem sucedidos e Canani se adaptou bem ao estilo Outlaw de correr para vencer. O show de "fogos de artifício" - o nitrometano pelo escamento - que o time prometeu para o público, cumpriu.
Em 2014, Canani, a Doug´s e o Chevrolet, vem com outros planos.
Fazer algo que ainda ninguém tentou.
Para descobrir e se surpreender com o que eles querem fazer, va a
Tarumã no dia 9 de novembro.
Mais uma boa notícia para os competidores da Outlaw 250.
A Injepro aderiu ao Programa de Contingência da prova com uma premiação de 3000 reais em equipamentos.
Esse valor é dividido em 2000 reais para quem vencer o TOP16 e 1000 para o Super16.
O Programa de Contingência é uma ferramenta largamente usada no mundo da arrancada nos EUA - e também em outros ramos do automobilismo - e busca aproximar fabricantes e pilotos.
É um benefício a mais para os pilotos e na medida em que cresce, traz a possibilidade de uma valorização real dos que entram na pista para buscar a vitória.
Esse programa começou na 250 com a participação pioneira da FuelTech e hoje já tem também a Hardware e Pro Tune representadas, buscando estar cada vez mais integradas nos esforços de seus clientes em ser vitoriosos.
Quem acompanha o desenvolvimento da 250 sabe que ela é uma prova difícil que exige grande esforço de equipe e piloto para chegar a vitória. Para que isso aconteça, os equipamentos utilizados nos carros tem de ter grande qualidade e confiabilidade.
Vencer aqui não é tarefa fácil. Exige habilidade de preparadores e pilotos.
E o equipamento tem de estar a altura do desafio.
Até o momento já temos 15 MIL REAIS em premiações p/ os pilotos na premiação de contingência e este valor pode ainda aumentar até o dia da prova.
Fora os prêmios pagos em dinheiro e na hora por cada vitória nas eliminatórias.
A Outlaw250 vai ganhando espaço para cumprir seu objetivo de se tornar uma prova sulamericana com a chegada de pilotos de outros paises.
Hoje é a vez de conhecermos o Gol de Nicolas Debitonto, vindo de Montevideo.
Gol Turbo Division
Nicolas e seu Gol fazem parte da Equipe uruguaia Turbo Division (comandada por Sebastian Giorgi) e pela primeira vez vai participar de uma competição fora do Uruguai. É um novo desafio que Nicolas sabe ser difícil pois vai encontrar adversários determinados, e o mais complicado, em grande quantidade. Mesmo assim encara da seguinte forma: “mejor, mas divertido”.
O Gol 8v turbo foi modificado para arrancada em 2010 e usa metanol como combustível. Inicialmente tinha uma preparação bem básica, ainda com carburador e logo evoluiu para uma injeção FuelTech 200 com dois estágios de booster manuais.
O motor tem o virabrequim forjado, bielas que podem suportar até 1000cvs, câmbio forjado Sapinho (de 1ª a 4ª marcha) e um diferencial blocante Bertolotti. Os pneus drag são da marca Black (argentinos) na medida 14 x 8.
Para entender o exposto acima e como revela a integração sulamericana:
– o carro é preparado no Uruguai.
– o piloto é argentino.
– os equipamentos como injeção e peças importantes da transmissão vem do Brasil.
– pneus são argentinos.
Torcemos para que 250 una a todos em sua busca por uma verdadeira competição.
Nos últimos dia viemos mostrando competidores novos , de outros estados e até de outros paises que vão estrear na 250.
Neste post vamos falar de Luiz fernando Almeida dos Santos - o "Bola de Fogo" - e seu novo fusca, o Branco 112.
Luís Fernando não é novato na 250, mas o 112 é. É um equipamento novo que vem sendo desenvolvido por Luiz e seu amigo Maxoel de Oliveira e os resultados estão aparecendo.
Andando seguidamente em Tarumã, o carro começa a ter tempos extremamente competitivos em sequência. O time esta se entendendo com o carro.
Luíz Fernando foi protagonista de um acidente difícil e assustador em Tarumã, quando seu fusca antigo explodiu em chamas e assustou a todos os presentes no autódromo. Foram algumas semanas se recuperando das queimaduras e sem dúvida muitos pensaram que Luiz não voltaria mais a pista.
Erraram.
Voltou e a explosão ainda lhe rendeu o sugestívo e legítimo apelido de "Bola de Fogo". Esta mais envolvido com as corridas, sua metalúrgica , a Metalleve, tem a venda peças como coroa e pinhão para fuscas, que Luiz garante serem extremamente resistentes( usa em seu carro).
O mais legal nessa história é que o trabalho esta levando Luiz ao ponto em que pode reivindicar um lugar no pelotão da frente entre os melhores que andam em Tarumã. E quem anda bem em Tarumã tem qualidade para andar bem em qualquer lugar. É uma pista difícil, exige boa leitura, exige boa adaptação a tração e definitivamente tem gente que simplesmente não vai aprender como fazer.
Luiz passou esta parte e pode ser um fator de decisão na 250.
Agora precisa aprender a vencer corridas.
Prestem atenção nele.
Um pouco mais de aperfeiçoamento nos fundamentos como reação e não sera surpresa ver Luiz brigando pau a pau nas finais.